Tintas Intumescentes
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Shaft´s de Proteção Passiva Contra Chamas, Selagem Contra-Fogo (11) 98950-3543
Proteção passiva contra incêndio-cabos elétricos e aberturas (shafts) (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Proteção passiva contra incêndio-cabos elétricos e aberturas (shafts)

Foto-cabos agrupados – incêndio
Bandejas
ou feixes de cabos elétricos quando existentes em altas concentrações
são propagadores de fogo. Instalações industriais e comerciais onde
existem bandejas de cabos sobrepostos, estes podem levar o fogo de um
lugar para o outro como um rastilho de pólvora, mesmo sendo esses cabos
feitos com cobertura isolante antichamas.
Esse isolante antichamas só funcionará se os cabos estiverem dispostos em uma só fileira e separados um dos outros por uma distância mínima, metade do diâmetro do cabo.
Esse isolante antichamas só funcionará se os cabos estiverem dispostos em uma só fileira e separados um dos outros por uma distância mínima, metade do diâmetro do cabo.
Caso os cabos estejam empilhados e
colocados ao acaso em cima de uma bandeja, como acontece em grande parte
das instalações industriais no Brasil, o fogo irá se espalhar de
bandeja para bandeja até o último cabo.
O que estimula a propagação das chamas.
O principal elemento que ativa a propagação das chamas em fonte de combustível sólido, (isto é cabos), é chamado de calor de reentrada que é o calor subindo de cabos que estão queimando e que por sua vez pré-aquecem cabos adjacentes. Este pré‑aquecimento causa a degradação do isolamento e emite gases inflamáveis que propagam as chamas.
Se os cabos não estiverem um em cima do outro, esse calor de reentrada é quase que totalmente extinto. O calor da reentrada é o mesmo estímulo que faz com que muitas toras empilhadas numa lareira queimem bem. Quando somente uma tora é usada, é quase impossível mantê‑la queimando.
O segundo elemento ativador mais importante para a propagação do fogo é denominado feedback retroativo, isto é, o calor emitido para baixo a partir das chamas que causam o aquecimento contínuo e a dispersão de gases dos isolamentos dos cabos.
O que estimula a propagação das chamas.
O principal elemento que ativa a propagação das chamas em fonte de combustível sólido, (isto é cabos), é chamado de calor de reentrada que é o calor subindo de cabos que estão queimando e que por sua vez pré-aquecem cabos adjacentes. Este pré‑aquecimento causa a degradação do isolamento e emite gases inflamáveis que propagam as chamas.
Se os cabos não estiverem um em cima do outro, esse calor de reentrada é quase que totalmente extinto. O calor da reentrada é o mesmo estímulo que faz com que muitas toras empilhadas numa lareira queimem bem. Quando somente uma tora é usada, é quase impossível mantê‑la queimando.
O segundo elemento ativador mais importante para a propagação do fogo é denominado feedback retroativo, isto é, o calor emitido para baixo a partir das chamas que causam o aquecimento contínuo e a dispersão de gases dos isolamentos dos cabos.

Quando
os cabos são espalhados em uma camada única e arrumados de modo que
quase todas as chamas primárias e 50% das chamas secundárias estejam
extintas, eles não queimam bem, a menos que o isolamento seja altamente
inflamável.
Quando os cabos estiverem empilhados, como geralmente são encontrados na indústria, com cabos de controle e de instrumentos empilhados uns sobre os outros, eles não só queimarão, mas o fogo irá se espalhar verticalmente e horizontalmente e de bandeja para bandeja onde existam bandejas sobrepostas.
Principais áreas para compartimentação ou isolação em instalações industriais
■ Aberturas em paredes, pisos ou tetos onde passam cabos
■ Salas ou porões de cabos abaixo de salas de controle
■ Subestações elétricas e caixas de força
■ Corredores ou túneis de cabos
■ Bandejas com cabos sobrepostos
■ Shafts de comunicação e controle
■ Outros ambientes com grande quantidade de cabos
Principais tipos de proteçãoQuando os cabos estiverem empilhados, como geralmente são encontrados na indústria, com cabos de controle e de instrumentos empilhados uns sobre os outros, eles não só queimarão, mas o fogo irá se espalhar verticalmente e horizontalmente e de bandeja para bandeja onde existam bandejas sobrepostas.
Principais áreas para compartimentação ou isolação em instalações industriais
■ Aberturas em paredes, pisos ou tetos onde passam cabos
■ Salas ou porões de cabos abaixo de salas de controle
■ Subestações elétricas e caixas de força
■ Corredores ou túneis de cabos
■ Bandejas com cabos sobrepostos
■ Shafts de comunicação e controle
■ Outros ambientes com grande quantidade de cabos
■ Selagem ou Vedação de penetração de paredes, pisos e tetos (aberturas)
Utiliza-se massa a base de fibra cerâmica ou elastômero, fácil de moldar, dependendo do fabricante
■ Envelopamento de bandeja
Utiliza-se manta a base de fibra cerâmica ou elastômero, dependendo do fabricante. Esse material, além de suas propriedades não propagadoras de fogo, elimina o risco de incêndio que venha do interior cabo (curto circuito).
■ Pintura intumescente nos cabos
Pode ser aplicado com equipamentos de pulverização (pistola) ou por trincha, dependendo do fabricante.
■ Diversos acessórios
Selos e colar metálico, utilizados para pequenas aberturas. Os selos expandem com o calor criando uma barreira de resistência ao fogo.
SELAGEM DE SHAFT'S - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
SELAGEM DE SHAFT'S - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
O
shaft's é um compartimento que tem função estética e de segurança. Ao
mesmo tempo em que disfarça as tubulações de água, energia, telefone e
estruturas metálicas em geral, é uma forma de ocultar e proteger do fogo
cabos elétricos, de telefonia, hidráulicos e estruturas metálicas em
geral.
Ou
seja, a tubulação estará escondida, mas de fácil acesso, caso
necessário. Um típico exemplo seria uma chaminé de alvenaria com os
canos e tubulações soltos lá dentro. Estariam protegidos e escondidos,
mas se preciso, estariam acessíveis para a manutenção.
O
compartimento pode ser de madeira, alvenaria ou gesso, dentre outros.
Normalmente encontrado em edificações com mais de um pavimento na área
de serviço ou hall dos elevadores.
Nós
da Ambiente Padrão implementamos soluções para fechamento de shafts
garantindo a proteção passiva (contra incêndio) e acústica, utilizando
lã de rocha e pintura ablativa CP673, os produtos utilizados em nossas
obras possuem comprovada qualidade técnica e atendem a todas as normas
técnicas de segurança para execução de serviços com esta finalidade.
PROTEÇÃO DE CABOS ELÉTRICOS
As
soluções mais convencionais são a tinta intumescente para cabos e o
revestimento ablativo de cabos, ambos podem fornecer de 30 até 120
minutos de proteção contra fogo em relação à propagação e a
condutividade elétrica, sendo que cada fabricante possui uma espessura
mínima determinada para cada resistência.
Nosso
sistema ablativo tem dois grandes diferenciais, pode ser utilizado em
áreas abertas passíveis de intempéries onde testes demonstram a eficácia
de décadas sob a exposição as diversas condições climáticas. E o
segundo diferencial é a flexibilidade que evita quaisquer danos na
proteção e no cabeamento elétrico nas manutenções rotineiras.
A
aplicação pode ser feita através de pincel, spray ou rolo, devendo
seguir rigorosamente as instruções técnicas de aplicação e espessuras
determinadas de cada produto, garantindo que a proteção sobre os cabos
seja eficaz.
Os
cabos elétricos são peças fundamentais para as instalações de quaisquer
construções, garantindo que a eletricidade possa percorrer toda
extensão dos prédios comerciais, túneis, indústrias, petroquímicas,
galpões, shopping centers e até em nossas residências.
A importância da proteção de cabos
Não
basta a utilização de cabos de alta qualidade para evitar o início de
incêndio, principalmente porque o incêndio pode ocorrer de outras
fontes, sejam eles o atrito, cigarros e fósforos, soldas e ignições
espontâneas. Por tanto é essencial à proteção dos cabos com soluções
contra fogo com o objetivo de manter os serviços prioritários em
funcionamento.
Certificações – Métodos de ensaio para cabos
A
IEC – International Electrotechnical Commissional (Comissão
Electrotécnica Internacional) estabeleceu os padrões do método de ensaio
para a proteção em cabos elétricos, que são referencia para as normas
nacionais. A seguir, a relação das principais normas de teste para
produtos de proteção passiva de cabos elétricos:
IEC 60332-1: Teste de propagação vertical de chamas em cabo individual protegido.
IEC 60332-3: Teste de propagação vertical de chamas em apanhado de cabos protegidos
IEC 60331: Teste para cabos elétricos sob condições de fogo – integridade do circuito
Os
resultados são classificados em três categorias, sendo a categoria A
com melhor classificação do teste onde não ultrapassou 2,5 metros a
propagação vertical do fogo no período de 40 minutos e baixa emissão de
gases tóxicos, sendo assim requerida e adequada para utilização nas
construções.
Selagens Corta-Fogo De Shafts (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Selagens Corta-Fogo De Shafts
Os selos corta-fogo aplicados pela Refrasol são compostos por blocos de materiais isolantes, recobertos com argamassas especiais. Estes sistemas foram testados em laboratórios como o UL Underwriters Laboratories/EUA, e são adotados para selagem de diversos tipos de passagens ou shafts, como os de elétrica, hidráulica, incêndio, etc. Vale salientar que os materiais para esta utilidade devem atender estritamente ás reconedações de espessuras e densidades, de acordo com os testes.
Selagens De Fachadas
As aberturas existentes entre lajes e fachadas industrializadas, como peles de vidro ou painéis pré-moldados, devem ser vedadas para evitar a propagação de fumaças ou gases quentes entre pavimentos.Esta selagem é feita com produtos que, além de garantir a estanqueidade durante o incêndio, possui a capacidade de absorver as movimentações de dilatação e contração das lajes e fachadas ao longo do tempo.
Selos Aprovados Pela FM – Factory Mutual
A FM – Factory Mutual é uma empresa multinacional que assessora indústriais e seguradoras visando prevenir e controlar as perdas geradas por incêndios. A FM possui normalizações e laboratórios próprios para ensaiar produtos de terceiros que, após aprovados nos testes, passam a constar de seu Guia de Aprovações.A utilização de sistemas aprovados pela Factory Mutual usualmente implica em reduções significativas dos prêmios de seguros. A Refrasol aplica diversos sistemas aprovados pela FM
Proteção Passiva de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Proteção PassivaA prevenção e o controle de incêndio podem ser divididos em 4 fases: educação, detecção, extinção e contenção. A contenção do incêndio é denominada Proteção Passiva Contra Incêndio (PPCI), que significa compartimentação das edificações evitando a propagação das chamas entre ambientes, horizontalmente e verticalmente, o colapso estrutural, bem como a segurança dos elementos.
Os sistemas de PPCI são altamente confiáveis. Passaram pelas situações mais críticas sendo comprovada sua eficácia através de testes em laboratórios nacionais e internacionais.
Atualmente torna-se provedora de soluções em PPCI. Contamos com uma equipe altamente qualificada para desenvolver o melhor projeto de segurança para seus ambientes sensíveis, além de parcerias com grandes marcas como Morganite, STI, Isolatek, Unitherm na oferta dos melhores produtos do mundo.
Atendemos todas as normas nacionais e internacionais de referências, bem como os padrões exigidos pelo Corpo de Bombeiros Militar de todos os estados da federação.
Sistemas de Selagem:
- Sistemas Firemaster;
.Selagem de Aberturas de Cabos Elétricos
.Shaft`s Civil
- Sistema Auto-Selante - Ezpath – Ideal para áreas com a necessidade movimentação de cabos. (Data Center’s / CPD / Salas de Automação).
Sistemas de Enclausuramento de Dutos de Ventilação e Gordura:
- Sistema Firemaster FastWrap.
Proteção de Cabos Elétricos, lógica, instrumentação e controle:
- Pintura Anti-chamas;
- Encapsulamento de Bandejas.
Segurança Estrutural:
- Sistemas de Pintura Intumescente para Estrutura Metálica:
.Unitherm 38091
.Firetex M90 (FIREPROOFING) Atende as normas petroquímicas
- Argamassa de Alta e Média Densidade para Estrutura Metálica;
.Fendolite (FIREPROOFING) Atende normas petroquímicas
.Cafco 300
.Cafco BlazeShield
- Mantas Firemaster
- Paredes Divisórias Corta Fogo 180 – Baseado na norma NBR-10636
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos (11) 98950-3543
Vedação de Shafts Hidráulicos e Elétricos
As
aberturas existentes nas paredes e entrepisos destinados à passagem de
instalações elétricas, hidráulicas, telefônicas e outras que permitam a
comunicação direta entre duas áreas compartimentadas, devem ser seladas
de forma a promover a vedação total contra a passagem de fogo e fumaça.
Um
exemplo típico em edifícios modernos são as aberturas dos shafts
elétricos e hidráulicos que, durante um incêndio, devido ao fenômeno da
convecção (“efeito chaminé”), provocam a passagem de grande quantidade
de fumaça, gases tóxicos e até chamas, caso as mesmas não estejam
adequadamente vedadas com materiais isolantes à prova de fogo.
De
acordo com a Instrução Técnica Nº 09/2011 do Corpo de Bombeiros do
Estado de São Paulo – Compartimentação Horizontal e Vertical, as
aberturas nas paredes, pisos e tetos, devem ser vedadas com sistemas que
evitem por 2 horas a passagem de fogo e fumaça.
Disponibilizamos sistemas que atendem a classe “F” da
norma ASTM-E814 e possuem relatórios de testes emitidos por entidades de
reconhecimento internacional, como o UL- Underwriters Laboratories.
Os nossos
produtos utilizam a tecnologia do isolamento térmico para
solucionar problemas de proteção contra incêndio. Estes são fabricados a
partir de fibras de baixa bio-persistência nas formas de
mantas, placas e massas resistentes ao fogo.
Suas principais características são:
» Incombustíveis
» Não produzem fumaça nem odor durante exposição ao fogo
» Baixa condutibilidade térmica
» Peso reduzido
» Flexibilidade de instalação, facilitando a instalação de novos cabos
» Montagem limpa e segura, podendo ser instalado em construções habitadas
» Resistência a 1200 ºC sem alterar suas propriedades
» Isentos de resina
» Óleo e água não alteram suas propriedades
» Não contém amianto
» Incombustíveis
» Não produzem fumaça nem odor durante exposição ao fogo
» Baixa condutibilidade térmica
» Peso reduzido
» Flexibilidade de instalação, facilitando a instalação de novos cabos
» Montagem limpa e segura, podendo ser instalado em construções habitadas
» Resistência a 1200 ºC sem alterar suas propriedades
» Isentos de resina
» Óleo e água não alteram suas propriedades
» Não contém amianto
terça-feira, 9 de setembro de 2014
TINTA INTUMESCENTE - Protecção ao Fogo (11) 98950-3543
| TINTA INTUMESCENTE - Protecção ao Fogo |
| Há elementos construtivos cuja
resistência ao fogo é reduzida se não forem devidamente protegidos, como
é o caso das estruturas de madeira e das estruturas metálicas. As
estruturas de betão armado podem também exigir cuidados especiais no
revestimento das armaduras. Atendendo a que a resistência dos materiais
diminui com o aumento da temperatura, a proteção passiva contra o fogo
obtem-se, de um modo geral, interpondo entre a potencial fonte de
incêndio e o elemento estrutural, um material que retarde o aumento de
temperatura na mesma. O objetivo da proteção passiva contra o fogo é garantir a estabilidade das estruturas sujeitas a um possível incêndio, durante um terminado período de tempo, tornando possível a evacuação do edifício e a limitação da propagação do fogo. Nesta publicação vou centrar-me na proteção passiva contra o fogo de estruturas metálicas, através da aplicação de tintas intumescentes. De uma forma genérica, os elementos estruturais em aço perdem cerca de 50 % de sua resistência mecânica quando aquecidos a uma temperatura de cerca de 550 ºC, valor conhecido como temperatura crítica. Para evitar que tal aconteça, existem diversas formas de proteção de estruturas metálicas, tais como o recobrimento com argamassas, com gesso, com mantas de fibra cerâmica, com paineís de lã de rocha, com tintas intumescentes entre outras. O método de proteção contra o fogo de estruturas metálicas através da aplicação de tintas intumescentes é relativamente recente e consiste na aplicação de uma tinta, com características especiais, sobre a superfície a proteger. Na presença de temperaturas elevadas, a película de tinta forma uma camada que pode atingir várias dezenas de vezes a espessura inicial. Essa camada funciona como isolante térmico da superfície retardando o seu aumento de temperatura e preservando, durante algum tempo, a sua resistência mecânica. Os revestimentos por pintura intumescente usados na proteção passiva ao fogo de estruturas de aço, são formulados com certos componentes ativos, que sob a ação do calor, reagem entre si para formar uma camada carbonosa que isola termicamente o suporte metálico. Geralmente esses componentes ativos consistem numa fonte de ácido (designado por catalisador ou agente desidratante, normalmente o polifosfato de amónio ou um ácido mineral), uma fonte de carbono (agente carbonífero, por exemplo o pentaeritritol) e um agente expansor (normalmente compostos nitrogenados, por exemplo a melamina). O mecanismo de intumescência inicia-se a cerca de 200 ºC com a decomposição do polifosfato de amónio para formar o ácido fosfórico, o amoníaco e a água. Numa segunda etapa, o pentaeritritol reage com o ácido para formar o resíduo carbonoso. Finalmente, entre os 300 ºC e os 400 ºC, o agente expansor decompõe-se libertando gases que fazem expandir a camada de resíduo carbonoso, que se torna num material relativamente estável a temperaturas na gama entre 430 e 560 ºC. Acima destas temperaturas ocorrem reações de oxidação, com formação de uma camada com baixa condutividade térmica. Esta camada funciona como uma barreira isolante que impede a transferência de calor para o substrato durante um determinado período de tempo. É precisamente este período de tempo que pode ser vital na evacuação dos edifícios. O tempo de resistência ao fogo, que se encontra definido na legislação em vigor, nomeadamente no Regulamento Geral de Segurança Contra Incêndios em Edifícios, varia em função do tipo de edificação e tem em conta aspetos como: a utilização do edifício, a altura e a área construída, a compartimentação existente, a carga combustível, a taxa de ventilação, entre outros. O tempo pretendido de resistência ao fogo (15, 30, 45 minutos, etc), o número de faces da estrutura metálica que poderão estar diretamente expostas ao fogo e a massividade (ou fator de forma) condicionam a espessura seca da tinta intumescente a aplicar. A Tinta Intumescente pode ser aplicada à trincha, a rolo, ou com pistola airless. Apresenta boa aplicabilidade, boa lacagem e pode ser aplicada até 1.100 micra húmidos por demão sem apresentar escorrimento. Tem uma secagem ao tacto de 30 minutos e um rendimento de 1,1 m2/L para uma espessura de película seca de cerca de 650 micra. O esquema de pintura envolve a aplicação de uma demão de um primário anticorrosivo (de natureza alquídica ou epoxi) com uma espessura seca, no máximo de 40 a 50 micra. Segue-se a aplicação da Tinta Intumescente com a espessura seca pretendida e no final pode aplicar-se um esmalte, de preferência monocomponente, com uma espessura seca de 30 a 60 micra. A Tinta Intumescente é comercializada na cor branco e em embalagens de 20 L. A Tinta Intumescente é produzida pela Fábrica de Tintas 2000, S.A. sob licença da empresa detentora da patente, e foi testada no Centro Técnico del Fuego, da AIDICO (laboratório certificado pela ENAC), de acordo com a norma UNE-EN 13501-2:2004 Classification of the construction products and of the building elements considering their fire behaviour. Part 2: Classification using as a starting point the data obtained at the fire resistance tests excluding the ventilation facilities. |
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